The Last of Us II


Resolvi falar de um assunto que sempre gostei desde moleque, que são os jogos. Na verdade, minha infância foi muito regada a isto: jogos, histórias em quadrinhos e mangás, de fato, eu não lia muitos livros, não lembro da minha infância e adolescência com livros, mas de alguma fora, exercitava a leitura. Era o que me despertava interesse na época, o interesse por obras literárias só surgiu depois de eu cair de cabeça no mundo da música, que, naturalmente, tem tudo relacionado.

Por possuir um público de caráter bem questionável, admito que sinto um pouco de vergonha por gostar destes joguinhos, mas acaba sendo inevitável.



The Last of Us II saiu em junho de 2020, criou muita expectativa, naturalmente, por ser a sequencia do jogo mais premiado da história, as pessoas gostariam que as coisas fossem diferentes, mas elas não são. Com uma trama digna de um filme cheia de reviravoltas e algumas polêmicas para os tão frágeis fãs de videogame o jogo foi aclamado pela crítica especializada. Porém, as pessoas consideradas “conservadoras” estavam classificando o jogo como “medíocre” em vários portais e fóruns de jogos propositalmente, tudo porque a protagonista tem um relacionamento homo afetivo e também numa cena (de 10 segundos ou menos) ela aparece fumando maconha com sua parceira.

É vergonhoso, as pessoas ainda não estão acostumadas a verem as mulheres não sexualizadas no entretenimento, não podem ver uma mulher com personalidade forte como Abby e Ellie sem ser apelativo, o bom é que essa porra está mudando e, querendo ou não, vão ter que aguentar. 




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